Recomeço. Tirar o filme do pause na verdade. Recomeçar algo que eu nem sei mais como começar, como lidar, como fazer. Cá estou eu de volta a escrever e produzir. A fazer algo que me satisfaz de uma maneira incrível que a tal da produção. Sair de um postagem branca com o cursor piscando pra mim, como quem perguntasse: "e ai, hoje tu vais fazer o que? Que mentiras inventarás hoje?
Este espaço foi por mim pensado como uma maneira de não parar de produzir, de me forçar de uma maneira salutar a escrever e ter esse hábito. O aperfeiçoamento viria com a prática, esta sempre atenta aos erros repetidos e aos vícios comuns de quem não é escritor, nem poeta, apenas pensa e quer mostrar que pensa escrevendo.
O que será de hoje? O que será de amanhã? A vida é um troço estranho assim como o calendoscópio é estranho. Talvez também mais estranho que a vida e toda a sua calendoscopiedade, é ficarmos repetindo esse mantra de que a vida é pra ser vivida, que não perdamos tempo, aproveitemos cada minuto. Análises bobas. todos sabendo disso. Só muitas vezes não conseguimos ter uma noção rápida do que falamos e pensamos e sentimos e o que vivemos.
Recomeço e vamos vendo. Ou simplesmente deixarei que outros vejam. Preciso ir. Slides de aulas e seminários me esperam. Ah, e um novo episódio de uma série que gosto também. Dilema? Só o futuro quando virá passado saberá dizer. Até lá...
Até já
Cláudio Mattos