Aqui estou com mais de 15 dias completos de escrita, não mais se bem, mas estou. Cá de novo sem saber como exercer esse ato de escrita. Sinto-me agora e cada vez mais impelido a acreditar que preciso melhorar que simplesmente escrever por escrever é banal e leviano. Mas continuarei até segunda ordem. Chamem-me de leviano. Não ligo!
Mais uma semana se vai e o tempo não sabe mais me respeitar. Tentar entender tanta coisa nova não é fácil. É um desafio constante ainda mais para uma pessoa que tanto odeia rotina quanto se sente seguro nela. É bom assim. Os diários se tivessem o tempo tudo a mesma coisa, a mesma rotina se cansaria de receber as mesmas palavras. Coitado dele. Sempre gostei da ideia de um diário. Já tentei fazer e por algum tempo ainda fiz, mas acho que o eu precisava mesmo era o estimulo de um blog para fazer com que eu não parasse de pensar, ler e escrever, de no final das contas mover meu traseiro para trabalhar, escrevendo e lendo e vivendo a vida de um estudante de história. Sim claro faço outras coisa, milhares delas. Tudo tem sido muito diferente. Às vezes chego a ficar zonzo tentando entender exatamente o que e como se traduz em palavra o significado de viver. Sei que não preciso traduzir para outro ser humano, pois se ele me olhar e atenciosamente ouvir creio que nesse fato já se explicita que este está vivo e sabe o que é viver. Mas é difícil demais acreditar, às vezes, que tudo isso existe. E existiu.
Amanhã é outro dia e não sei como será, mas sinceramente, e não direi hoje mais nada por aqui, espero que seja bom, porque minhas expectativas a respeito são boas, são de que será um dia fantástico. Ah, fantástico!Risos! Boa noite!
Cláudio Mattos
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