A day off!
Cláudio Mattos
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Escrever
Sempre achei que gostava de escrever. Por mais estranha que possa ser, essa frase é verdade. Comecei a acreditar na minha escrita, mas acho que ainda há um grande caminho pela frente. Acho não tenho certeza, ainda mais depois de hoje. Me disseram, uma professora que é melhor não comentar o nome (por razões éticas como diriam meus professores querendo sempre parecer e se mostrar éticos nem que fosse apenas nesse aspecto tava valendo), que eu, nós lá da sala, não sabemos escrever, que escrever é um exercício da escrita. Não, sério? Brincadeiras a parte concordo que o ato de escrever requer muito esforço, muito trabalho. É muita dedicação a leitura, debate, aprender a ouvir comentários e saber responder a criticas, escrever e escrever muito, errar e errar muito até quem sabe chegar-se a saber escrever. Eu, quem sou? Um ninguém na escrita. Pobre de mim achar que sou um escritor já pronto pra blog, pra o que for. Acho apenas que no escrever vou melhorando.
Tentarei achar mais tempo pra escrever. Brigado pela atenção. Boa noite!
Cláudio Mattos
Tentarei achar mais tempo pra escrever. Brigado pela atenção. Boa noite!
Cláudio Mattos
terça-feira, 29 de março de 2011
Mais um dia por aqui...
Uma pressão para escrever era o que sabia que viria com o tempo. Um blog diário não é fácil. Sei que quis ter isso como um incentivo para escrever e para começar a acreditar na minha escrita e no meu potencial, ou seja, saber que não sou excepcionalmente bom, mas posso desenvolver porque sinto que tenho esse potencial. Enfim, palavra que adoro dizer não só aqui, mas também em minhas colocações orais. Ando tendo que ler muita coisa e ando também meio desesperado por não conseguir manter o ritmo da leitura e o medo de que atitudes do passado se repitam é evidente e latente. A mudança, creio, vem com o tempo. Minha disciplina tem sido algo que vem nascendo de forma natural na vontade de ver alcançar êxito. Êxito demais pode cansar. Hoje não tinha idéia do que iria escrever. Sei que alguns dias Também senti isso e que no final das contas o começar a escrever é que era o mais difícil, porque uma vez que eu tivesse começado o texto simplesmente fluía. E fluiu. E flui, como está fluindo agora. Eu quero permanecer com o meu objetivo e percebo a vontade de permanecer esse sendo um lugar meu, meio que escondido no meio do mundo exposto da internet. Também não entendo. Também não me entendo. Quero sentir que sou capaz. Acho que no final é só isso.
A tarde hoje foi bastante lúdica. Com o intuito de estudo desci para a biblioteca com um amigo. No final das contas encontramos mais dois amigos e ficamos rindo, conversando, fazendo palavras cruzadas, caça palavra, caça resposta (que é muito legal inclusive), e ainda tentando fazer tudo isso em silêncio na biblioteca. Foi um momento muito bom. Sem aulas permanecemos lá por quase toda a tarde e quando já estávamos cansados das nossas conversas sobre professores e outros temas como preguiça de conversa com uma amiga... enfim, saímos e fomos num outro prédio e entramos por salas, corredores, escadas como se fossemos(pelo menos metade de nós) crianças numa brincadeira de investigação, como se os “adultos” não pudessem nos ver. Foi um momento fantástico e sei que é único.
Vou estudar o que não consegui or ficar rindo das palhaçadas dos meus amigos. Vou, mas volto. Amanhã estarei aqui pra contar alguma coisa da minha vida, uma história, contar como eu estou ou qualquer uma dessas coisas que vocês não dão a mínima. Risos. Boa noite!
Cláudio Mattos
A tarde hoje foi bastante lúdica. Com o intuito de estudo desci para a biblioteca com um amigo. No final das contas encontramos mais dois amigos e ficamos rindo, conversando, fazendo palavras cruzadas, caça palavra, caça resposta (que é muito legal inclusive), e ainda tentando fazer tudo isso em silêncio na biblioteca. Foi um momento muito bom. Sem aulas permanecemos lá por quase toda a tarde e quando já estávamos cansados das nossas conversas sobre professores e outros temas como preguiça de conversa com uma amiga... enfim, saímos e fomos num outro prédio e entramos por salas, corredores, escadas como se fossemos(pelo menos metade de nós) crianças numa brincadeira de investigação, como se os “adultos” não pudessem nos ver. Foi um momento fantástico e sei que é único.
Vou estudar o que não consegui or ficar rindo das palhaçadas dos meus amigos. Vou, mas volto. Amanhã estarei aqui pra contar alguma coisa da minha vida, uma história, contar como eu estou ou qualquer uma dessas coisas que vocês não dão a mínima. Risos. Boa noite!
Cláudio Mattos
segunda-feira, 28 de março de 2011
E eu sei lá...
Estar de volta é sempre preciso. A que isso depende. Seja para as aulas, trabalho, para os seus, para casa. Ulisses na Odisséia precisa ir a aventuras, mas seu objetivo era a volta, o retorno a casa, ao lar, a seu povo, a sua amada. E também muito importante com histórias pra contar. Histórias de suas vivências e experiências. Loucuras que fez, pessoas que encontrou, decisões erradas que tomou. Enfim. Chega ao fim as aventuras e nasce uma nova: a de voltar pra casa, pra rotina. Um final de semana é como as viagens de Ulisses sendo que bem mais curtas. Há dois dias de férias que se utiliza pra desopilar, criar coisas novas e desestressar.
Bem, chega de lero-lero. Venho aqui hoje pra reiterar o que disse ontem: A vida continua. Muitas decisões a tomar, muitas coisas ao mesmo tempo e é preciso dar um passo de cada vez. Sei que isso é bem batido, mas é preciso matar um leão por dia. A cada dia o seu mal. Eu vez por outra me desespero pra tomar decisões. Travo mesmo e acabo perdendo oportunidades. E uma oportunidade perdida é pra sempre perdida alguém falou, deve ter sido um filósofo. Enfim, cabe a nós a calma. Tenho pessoas próximas que ultimamente também estão externando esse desespero em tomar decisões. Há coisas nas nossas vidas que são fortes que nós, são vicerais, não se explica com razões matemática, por A+B. É preciso ir além e tentar entender que o outro passo por um momento em que não consegue se mover, paraliza-se. Conselhos podem ajudar para que então haja movimento, haja mudança. Não adianta fugir muito, apesar de saber que na hora do desespero o pensamento e a razão pouco importam, é, não dá pra fugir. Mudanças mudam nossa vida, sempre, são o motor. Não tem como parar. “We just can’t stop this train”.
Continuemos com calma. Aqui e lá fora. Boa noite!
Cláudio Mattos
Bem, chega de lero-lero. Venho aqui hoje pra reiterar o que disse ontem: A vida continua. Muitas decisões a tomar, muitas coisas ao mesmo tempo e é preciso dar um passo de cada vez. Sei que isso é bem batido, mas é preciso matar um leão por dia. A cada dia o seu mal. Eu vez por outra me desespero pra tomar decisões. Travo mesmo e acabo perdendo oportunidades. E uma oportunidade perdida é pra sempre perdida alguém falou, deve ter sido um filósofo. Enfim, cabe a nós a calma. Tenho pessoas próximas que ultimamente também estão externando esse desespero em tomar decisões. Há coisas nas nossas vidas que são fortes que nós, são vicerais, não se explica com razões matemática, por A+B. É preciso ir além e tentar entender que o outro passo por um momento em que não consegue se mover, paraliza-se. Conselhos podem ajudar para que então haja movimento, haja mudança. Não adianta fugir muito, apesar de saber que na hora do desespero o pensamento e a razão pouco importam, é, não dá pra fugir. Mudanças mudam nossa vida, sempre, são o motor. Não tem como parar. “We just can’t stop this train”.
Continuemos com calma. Aqui e lá fora. Boa noite!
Cláudio Mattos
domingo, 27 de março de 2011
E aí?
Uma atriz muito famosa morreu. Um cantor também. Tenho certeza que muitas pessoas estão a chorar por seus mortos ou em quartos de hospitais a ajudar seus entes queridos a logo ficarem bons e voltarem pra casa e pra sua rotina. Tenho uma tia que foi internada com altíssima pressão. A vida. Passageira. De uma hora pra outra tudo muda. A carta do barulho vira e de repente nos aparece uma pedra nos rins, uma pressão alta, baixa. Uma queda, um atravessar de rua despreocupado que lhe custa a vida. Sei que esse parágrafo não começou nada “pra cima”, mas aqui estão e serão comentadas coisas que me permearam a mente o dia todo. Não faz muito perdi uma prima. Prima distante, morreu de câncer. Meu avô a quase sete anos estava na calçada, lugar próprio dos pedestres, quando foi atropelado, vale dizer que era um dia de chuva, por um motoqueiro de gás desgovernado. Traumatismo craniano, perda de massa encefálica. Coordenação motora, memória, articulação da fala e muitas outras seqüelas. Ele se reergueu com o tempo. Voltou a falar e a se expressar bem melhor, a andar, se vestir, comer sozinho. Aprendeu tudo como se tivesse nascido de novo. E a memória também. Nomes, pessoas não lembrava e aos poucos foi lembrando e dizendo o que lembrava. Inclusive do acidente ele sempre comenta que passou tantos e tantos dias dormindo (sedado no hospital) e quando acordou ficou sem expressão, sem falar, sem nada. E até hoje não consegue ler direito ou escrever direito e ele diz que sabia de tudo isso. Reclama, pois queria ser autônomo como era e diz que isso tudo é uma porcaria e pergunta milhares de vezes a Deus:” PORQUE????”. Eu não necessariamente o porquê, mas esses momento junto com muitos outros que por vezes nos passam por despercebidos ou banais, nos ajudam a entender, reavaliar certas coisas nas nossas vidas. As vezes se chama: um freio de arrumação. Repenso minha vida. Talvez não todos os dias, mas o CARPE DIEM sempre me passa a mente como um frase uma frase que gosto tanto e quero vê-la sendo posta em prática. Aproveitar. Viver. Não se esquecer o que importa é isso. Amar e ser amado. Sem mais pois o cansaço é muito. Quero aproveitar o sono. Perdoem pela pouca escrita esses dias e pela falta de criatividade na mesma. Obrigado por ouvirem. Boa noite. Até outra hora.
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
sábado, 26 de março de 2011
Mudanças...Sei lá!
Sair. Conhecer lugares novos. Ver gente. Ver natureza, o mar. Ver amigos conversando e brincando e rindo. Ver amantes se amando, beijando, rindo. Ver os outros. Ver o outro. Ver a lua na água do mar. Tomar um sorvete na beira-mar. Ouvir o barulho das ondas calmas da noite. Avistar ao longe embarcações. Simplesmente ver outras coisas acontecendo e outras pessoas vivendo. Conversando e vivendo.
Ah, o mar. Eita momento único quando a gente se encontra com o mar, se encontra no mar. São inexplicáveis certos momentos e irreprodutíveis. É bom que sejam assim. Esperar grandes eventos todos os dias seria bobagem. Por serem efêmeros os momentos são singulares. Devem ser vividos apenas e depois, lembrados. Mas o importante é viver. Sempre que puder sentar-se com amigos pra conversar. Reavaliar como anda a vida. Mudar. Tentar algo novo. É o que estou fazendo. E tem sido ótimo. O ultimo mês apesar de tudo, apesar de qualquer pesar foi fantástico, palavra que adoro usar e que vem bem a calhar aqui nesse momento. Eita, momento. Devo vivê-lo. Viva o seu.
Cláudio Mattos
Ah, o mar. Eita momento único quando a gente se encontra com o mar, se encontra no mar. São inexplicáveis certos momentos e irreprodutíveis. É bom que sejam assim. Esperar grandes eventos todos os dias seria bobagem. Por serem efêmeros os momentos são singulares. Devem ser vividos apenas e depois, lembrados. Mas o importante é viver. Sempre que puder sentar-se com amigos pra conversar. Reavaliar como anda a vida. Mudar. Tentar algo novo. É o que estou fazendo. E tem sido ótimo. O ultimo mês apesar de tudo, apesar de qualquer pesar foi fantástico, palavra que adoro usar e que vem bem a calhar aqui nesse momento. Eita, momento. Devo vivê-lo. Viva o seu.
Cláudio Mattos
sexta-feira, 25 de março de 2011
Senti
Senti-me mal hoje. Mais já passou afinal tudo na vida passa. Ontem como havia dito saí a noite pra me distrair. Um bistrôs, calmo, muito bom e muito boa música. Zé Renato do Boca Livre. Foi muito bom, principalmente pra tirar minha cabeça dos problemas e das coisas não resolvidas. Senti que hoje queria contar uma história que vem sempre me passando a cabeça esses dias. Uma memória mais.
Sinto muita falta de meu pai e tem sido difícil viver com esse sentimento. Quase todo dia agora passo na frente de uma escola que já foi minha escola quando pequeno. Meu pai me levava na escola e no percurso matinal a gente cantava música da trilha de filmes da Disney. Uma em específico fica em minha memória até hoje. A cena parece que era um incêndio na casa do pateta e o Mickey chegava pra ajudar ou era o contrário. Enfim, a música ia mais ou menos assim: “... um amigo, dois amigos, na horas difíceis. Chamando um amigo, nós estaremos lá...”. Ao passar esses dias por essa escola cujo nome mudou a dois, três anos, só faço lembrar desse fato. Para mim, ir pra escola era bom, mas era triste porque deixava meu pai ou minha mãe os quais eu amava e ia embarcar em aventuras com pessoinhas como eu que eu não conhecia bem. Tímido como sempre fui, era bem difícil no começo. As músicas me ajudavam a me divertir. Lembro como se fosse hoje a gente cantando descendo a Rua Oliveira Lima, no muro do Nóbrega, cantando. Lembro de meu pai cantando pra mim a noite à cama. É bom e triste lembrar. Tem músicas que me lembro todinhas. Como “ronda” que minha mãe odiava quando ouvia. Era a música que meu pai cantava quando era lobinho em São Paulo (lobinho é como se fosse um escoteiro junior) quando estava em acampamento e fazia ronda. Para permanecer acordado cantava: “na noite de ronda eu vou caminhando no acampamento e a voz das árvores e a do vento vem com Deus a meu saldar. E com ela eu canto sem medo enfim. Paz, amor, alegria em mim, vem mostrar que na noite de ronda tem: uma paz que nos faz muito bem.” Quero dormir hoje lembrando disso tudo. De como eu me divertia indo para o colégio e de como minhas noites eu iniciava meu sono tranqüilo no embalo das cantigas de meu pai. Até hoje eu lembro e até hoje eu sinto a intenção delas.
Sem mais. Mais uma vez sem mais. Obrigado!
Cláudio Mattos
Sinto muita falta de meu pai e tem sido difícil viver com esse sentimento. Quase todo dia agora passo na frente de uma escola que já foi minha escola quando pequeno. Meu pai me levava na escola e no percurso matinal a gente cantava música da trilha de filmes da Disney. Uma em específico fica em minha memória até hoje. A cena parece que era um incêndio na casa do pateta e o Mickey chegava pra ajudar ou era o contrário. Enfim, a música ia mais ou menos assim: “... um amigo, dois amigos, na horas difíceis. Chamando um amigo, nós estaremos lá...”. Ao passar esses dias por essa escola cujo nome mudou a dois, três anos, só faço lembrar desse fato. Para mim, ir pra escola era bom, mas era triste porque deixava meu pai ou minha mãe os quais eu amava e ia embarcar em aventuras com pessoinhas como eu que eu não conhecia bem. Tímido como sempre fui, era bem difícil no começo. As músicas me ajudavam a me divertir. Lembro como se fosse hoje a gente cantando descendo a Rua Oliveira Lima, no muro do Nóbrega, cantando. Lembro de meu pai cantando pra mim a noite à cama. É bom e triste lembrar. Tem músicas que me lembro todinhas. Como “ronda” que minha mãe odiava quando ouvia. Era a música que meu pai cantava quando era lobinho em São Paulo (lobinho é como se fosse um escoteiro junior) quando estava em acampamento e fazia ronda. Para permanecer acordado cantava: “na noite de ronda eu vou caminhando no acampamento e a voz das árvores e a do vento vem com Deus a meu saldar. E com ela eu canto sem medo enfim. Paz, amor, alegria em mim, vem mostrar que na noite de ronda tem: uma paz que nos faz muito bem.” Quero dormir hoje lembrando disso tudo. De como eu me divertia indo para o colégio e de como minhas noites eu iniciava meu sono tranqüilo no embalo das cantigas de meu pai. Até hoje eu lembro e até hoje eu sinto a intenção delas.
Sem mais. Mais uma vez sem mais. Obrigado!
Cláudio Mattos
quinta-feira, 24 de março de 2011
Hoje
Mais uma vez aqui e não sei exatamente como nem por onde começar. Parece-me que estou vivendo um meltdown esses dias. Não é o fim do mundo. Sinto uma vontade enorme de escrever, mas o tempo não me ajuda. Pessoas que eu amo doentes, com dor. Algumas com quem não falo, outras com quem não consigo falar. É triste, no mínimo é triste. Vou ter de sair agora. Espero me distrair. Não podia deixar de dizer algo nem que fossem palavras densas e pesarosas. Apesar de sentir grande apelo para escrever literalmente tenho tanto a dizer que não sei por onde inicio nossa conversa. É dificultoso pra mim também porque são coisas não resolvidas. Ontem comentei que sonhos são bons porque nos tiram nem que por um momento da nossa realidade. Pregou-se uma peça em mim. Tive pesadelos. Com meu pai. Havia dois dele. É horrível. Dormi mal, com dores na coluna e na cabeça. E o dia em si não posso dizer que modificou muito. São bastante de meus planos. Estou pensativo demais. As palavras ainda tentam se escolher no redemoinho de minha mente. Sem mais digo boa noite e espero dessa vez dormi bem assim como desejo a todos bons sonhos.
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
quarta-feira, 23 de março de 2011
Amanhã vai ser outro dia!
Parece que preciso dar continuidade. O dia foi. Foi em si um dia. Já não é mais, ou quase já não é mais. Parece que ainda tem algumas horas ainda.Quero que ele acabe. Assim como acho importante e interessante o reinicio dos anos pelos votos, desejos, planos que fazemos. Assim também são para mim importantes os dias. Eles tem ciclos menores que os do anos, e são eles no final das contas que formam os ano. Dia. Em si mesmo contem secções e ciclos: madrugada, manhã, tarde, noite; todos importantes e que devem ser vivenciados a seu momento. É de bom conforto saber que a noite chega e ela tem um fim, que não vai ser escuridão pra sempre. É bom saber que chega a madrugada e a maioria dorme, tudo é mais silêncio. É belo o raiar do dia com apenas os pássaros dando sinal de vida e também lindo por ver o sol brilhar mandando a noite dormir e esperar seu momento mais tarde. O dia, a manhã se inicia com todo seu vigor, o vigor do sol que promete a todos energia, sagacidade, aquele tipo de sentimento, pelo menos pra mim, de vontade de fazer as coisas acontecerem. Ainda mais quando acordamos cedo, o dia parece se estender, e se estender de uma forma mais bonita. Vejo o mundo diferente.
O dia hoje passou. Ou está passando. Com todos seus cansaços e inconveniências, calor, falta de paciência e vontade de dormir, o dia vai se terminando. Pra mim é ótimo pois esse dia especifico ta cansativo. Fiquei triste, mal, cansado, sem paciência. O que é que um ser humano normal desejaria para um dia desses: que ele terminasse. Mesmo que seja um ilusão. Mesmo que eu saiba que qualquer tipo de problema que eu queira evitar vai amanhã me caçar, não adianta insistir. Mas não sei vocês tem vezes que ilusões são mais confortáveis. Conforto, segurança ainda que ilusórias e temporárias as desejemos. Pelo menos digo por mim.
Perda é uma coisa que achava que sabia lidar, mas me enganei. Não quero dizer que não quero nem vou aprender simplesmente atinei pra verdade de que nunca soube. Elaboro algumas coisas mas parece que preciso me martirizar, me denegrir, me depreciar para chamar a atenção, pra dizer:” ei, dá pra alguém por favor me ouvir. Eu sou alguém que perdeu isso aqui ó, tem pena de mim e me ouve”. Sinceramente certos sentimentos como os que citei agora me deixam confusos e acho que esses tipos de questionamentos sobre mim mesmo devem mais ser divididos com outras pessoas, pessoalmente cara a cara. Acho que preciso ouvir. Ouvir pra aprender. Ouvir pra superar.
O dia vai passando e vai se indo. Com ele muitas de minhas poucas certezas. Contraditório, porém real. Vou dormir por esgotamento e cansaço, mas o dia foi triste e o tom triste que denotou meu dia traz muita coisa mal resolvida a tona. Como resolver ainda não sei, mas o fato de as perceber já é, pra mim, de grande valia. Amanhã eu penso nisso. Agora só quero a calma e o conforto de meus sonhos. Que estes sejam bons comigo e não me preguem nenhuma peça (pesadelos). Quero paz. Quero mais é paz. Amanhã é outro dia. Amanhã eu penso. Amanhã eu decido e escrevo pra vocês (pra mim). Até amanhã!
P.S.: Sempre me surpreendo com os caminhos que estes textos tomam, vindo do nada e parecendo que dão em alguma coisa. Assim espero. Até amanhã!
Cláudio Mattos
O dia hoje passou. Ou está passando. Com todos seus cansaços e inconveniências, calor, falta de paciência e vontade de dormir, o dia vai se terminando. Pra mim é ótimo pois esse dia especifico ta cansativo. Fiquei triste, mal, cansado, sem paciência. O que é que um ser humano normal desejaria para um dia desses: que ele terminasse. Mesmo que seja um ilusão. Mesmo que eu saiba que qualquer tipo de problema que eu queira evitar vai amanhã me caçar, não adianta insistir. Mas não sei vocês tem vezes que ilusões são mais confortáveis. Conforto, segurança ainda que ilusórias e temporárias as desejemos. Pelo menos digo por mim.
Perda é uma coisa que achava que sabia lidar, mas me enganei. Não quero dizer que não quero nem vou aprender simplesmente atinei pra verdade de que nunca soube. Elaboro algumas coisas mas parece que preciso me martirizar, me denegrir, me depreciar para chamar a atenção, pra dizer:” ei, dá pra alguém por favor me ouvir. Eu sou alguém que perdeu isso aqui ó, tem pena de mim e me ouve”. Sinceramente certos sentimentos como os que citei agora me deixam confusos e acho que esses tipos de questionamentos sobre mim mesmo devem mais ser divididos com outras pessoas, pessoalmente cara a cara. Acho que preciso ouvir. Ouvir pra aprender. Ouvir pra superar.
O dia vai passando e vai se indo. Com ele muitas de minhas poucas certezas. Contraditório, porém real. Vou dormir por esgotamento e cansaço, mas o dia foi triste e o tom triste que denotou meu dia traz muita coisa mal resolvida a tona. Como resolver ainda não sei, mas o fato de as perceber já é, pra mim, de grande valia. Amanhã eu penso nisso. Agora só quero a calma e o conforto de meus sonhos. Que estes sejam bons comigo e não me preguem nenhuma peça (pesadelos). Quero paz. Quero mais é paz. Amanhã é outro dia. Amanhã eu penso. Amanhã eu decido e escrevo pra vocês (pra mim). Até amanhã!
P.S.: Sempre me surpreendo com os caminhos que estes textos tomam, vindo do nada e parecendo que dão em alguma coisa. Assim espero. Até amanhã!
Cláudio Mattos
terça-feira, 22 de março de 2011
Nesta data querida...
Nesta data querida comemoramos oito dias de existência. Passa rápido. Nem parece que eu realmente consegui me disciplinar, me “inspirar”, para escrever durante esse tempo. Escrever todo dia não é fácil. É bom pra caramba, mas nem de perto é fácil. Há a vontade de cumprir a tarefa. Pra mim não é só a tarefa é uma promessa, um objetivo, um plano. Sentia-me desencorajado por me animar fervorosamente para iniciar projetos que logo se desmanchariam com o cansaço e as desculpas do dia-a-dia. Oito dias. Uma semana. Já vivi muitas semanas na minha vida e esta última foi bastante boa pra usar um termo despreocupado.
Adoro comemorar. Nesse ano voltei a comemorar meu aniversário com mais vontade e animação. Graças ao incentivo de pessoas queridas e outras muito próximas e muito amadas (minha namorada e minha mãe) decidi fazer a festa. O dia se aproximava e eu sem dar muita bola fingindo, ou tentando fingir que aquela semana não era pra mim especial. Feliz deveria ficar por saber que tantas pessoas confirmaram presença. Mais e melhor ainda compareceram e trouxeram o melhor de si. Momentos únicos que vão ficar pra mim, sempre, a esperar que voltem. Enquanto isso nos falaremos e bateremos bons papos.
Nosso dia, o dia do aniversário é muito importante. É o reconhecimento de que estamos vivos. É tempo de agradecer a Deus as bênçãos recebidas na forma de experiência boas e ruins também. Na forma até de perda, como para mim foi, a perda do meu pai. Difícil querer comemorar o aniversário sem meu pai. Primeiro aniversário sem ele. Mas fiz a festa porque sei que ele está bem e sei também que ele queria e gostaria de me ver feliz. Afinal foi para isso, sinto, que ele viveu. Depois que descobriu que minha mãe estava grávida não deixou de me amar um dia sequer. Disso tenho certeza.
Mas antes que eu comece a estragar o teclado por tantas lágrimas que o vão permear digo simplesmente que estou muito feliz pela comoração dessa data. Sei que posso, no momento está a comemorá-la sozinho. E este cantinho ainda é um espaço público bem sozinho, bem meu também, uma espécea de santuário, onde sinto-me bem e acolhido, mesmo que seja apenas por mim mesmo.
Os anos passam e no decorrer desse ano quero ver vingar muitas comemorações e aniversários. Muitas semanas. O espaço aqui de minha emoções, histórias e vida quero que se transforme não só em palavras que escrevo diariamente mas em emoções também, em histórias novas, de outros, e que outras vidas também possam ouvir um pouco o que eu tenho a dizer e que digam também de mim, pra mim. Sem mais, parabéns!
Cláudio Mattos
Adoro comemorar. Nesse ano voltei a comemorar meu aniversário com mais vontade e animação. Graças ao incentivo de pessoas queridas e outras muito próximas e muito amadas (minha namorada e minha mãe) decidi fazer a festa. O dia se aproximava e eu sem dar muita bola fingindo, ou tentando fingir que aquela semana não era pra mim especial. Feliz deveria ficar por saber que tantas pessoas confirmaram presença. Mais e melhor ainda compareceram e trouxeram o melhor de si. Momentos únicos que vão ficar pra mim, sempre, a esperar que voltem. Enquanto isso nos falaremos e bateremos bons papos.
Nosso dia, o dia do aniversário é muito importante. É o reconhecimento de que estamos vivos. É tempo de agradecer a Deus as bênçãos recebidas na forma de experiência boas e ruins também. Na forma até de perda, como para mim foi, a perda do meu pai. Difícil querer comemorar o aniversário sem meu pai. Primeiro aniversário sem ele. Mas fiz a festa porque sei que ele está bem e sei também que ele queria e gostaria de me ver feliz. Afinal foi para isso, sinto, que ele viveu. Depois que descobriu que minha mãe estava grávida não deixou de me amar um dia sequer. Disso tenho certeza.
Mas antes que eu comece a estragar o teclado por tantas lágrimas que o vão permear digo simplesmente que estou muito feliz pela comoração dessa data. Sei que posso, no momento está a comemorá-la sozinho. E este cantinho ainda é um espaço público bem sozinho, bem meu também, uma espécea de santuário, onde sinto-me bem e acolhido, mesmo que seja apenas por mim mesmo.
Os anos passam e no decorrer desse ano quero ver vingar muitas comemorações e aniversários. Muitas semanas. O espaço aqui de minha emoções, histórias e vida quero que se transforme não só em palavras que escrevo diariamente mas em emoções também, em histórias novas, de outros, e que outras vidas também possam ouvir um pouco o que eu tenho a dizer e que digam também de mim, pra mim. Sem mais, parabéns!
Cláudio Mattos
segunda-feira, 21 de março de 2011
Rotina
A rotina é algo por muitos almejado, por muitos criticado, por muitos odiado. A rotina nos dá uma visão do mundo, nos condiciona a certas atividades, lugares, pessoas, maneiras de falar, pensar e agir. A quebra da rotina é muito interessante e importante. Tenho me esbarrado com algumas pessoas demasiadamente rígidas, não sei se mais ou menos do que eu, afinal tenho me sentido muito menos, mas sejamos francos faz parte de mim, da minha essência...Enfim, me perdi...tenho esbarrado com algumas pessoas bem rígidas e acho que essas não se sentiriam tão bem assim saindo de suas rotinas. A rotina acomoda e está acomodado é muito bom. É confortável, é algo que sabemos, quase de maneira total, como funciona. Um caminho trilhado é sempre mais fácil de percorrer. A rotina simplesmente faz parte, não tem como se livrar. Desafios, quebras, novidades, mudanças, loucuras, quebra da consciência, libertar-se mesmo, é mais do que importante, é fundamental. O medo de enfrentar o desconhecido realmente nos deixa fora de órbita, mas sair de si também é encontrar-se. Esses dias tenho me encontrado de maneira diferente comigo mesmo. Tenho lidado com a minha rotina de maneira mais ativa. Antes parecia que eu simplesmente estava num controle remoto, num piloto automático melhor dizendo e que as atividades iniciavam e terminavam simplesmente e eu era um pequeno partícipe de minha vida. Não sabia estudar, ler, conversar, assistir aula. Vim entender muitas coisas esses últimos dias e meses que estão me dando a oportunidade de agir. Escrever aqui nesse espaço pra mim é um exemplo disso. Hoje completamos o 7° dia de postagem no blog, quase uma semana, o primeiro aniversário a ser comemorado e espero que não seja o único, nem último. Digo completamos porque conto a presença do leitor, você, mesmo que ninguém esteja lendo. Esse momento é mágico pra mim. Estou a cumprir uma tarefa diariamente, há uma necessidade, uma vontade, um compromisso, não com vocês, pelo menos por ora (apesar de ainda ser), de escrever, de dizer o que eu estou pensando, de me expressar, de melhorar enquanto pessoa, “escritor”, enquanto alguma que não sei. Nessa necessidade, vontade, desejo e compromisso criou-se uma rotina. E rotinas são boas. A minha mesmo de vir pra faculdade, estudar, ficar até de noite todas as segunda e quartas, aos sábados dar aula. Enfim. Tem horas que eu preferiria ficar em casa, assistir a um filme, sair com amigos, ir pra a jaqueira e ficar conversando, mas há também uma necessidade e vontade de cumprir com minha rotina. Mas esse fato de rotina ser bom não é só pra mim, é pra todo mundo. Sei que queremos nos divertir, sair e tem horas que o dia-a-dia realmente enlouquece, porém, acho que seja mais por suas condições insanas (calor, barulho, tumultos, engarrafamentos, desrespeitos) do que pelas atividades em si. E além do mais Heráclito mais uma vez estava certo, porque afinal o que conta na nossa vida é o equilíbrio. Entre rotina e, o outro lado, seja lá como possa chamar-se tal, tem que ocorrer o equilíbrio, de acordo com certas necessidades. Apesar de que alguns ainda argumentam que ao equilíbrio é preciso equilíbrio, mas vai saber. Simplesmente sigamos em frente. E eu? Eu cumprirei minha rotina de escrever aqui se Deus quiser e completarei não somente o aniversário de oito dias, uma semana, mas muitos outros. E também se Ele quiser, conseguirei completar a idéia inicial de escrever durante um ano. Até 2012 espero ainda estar aqui para continuar a escrever.
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
domingo, 20 de março de 2011
É preciso ter calma, força, sempre!
A esses dias de março, pelo menos alguns, me dediquei a pensar e me lembrar de como eu estava à exatamente um ano atrás. É interessante essa coisa do tempo e gosto de pensar a vida seccionada em períodos anuais. O significado de uma virada do ano, por exemplo, é bastante interessante pra mim. Sei que essa história de 365 dias segue uma regra física e me parece importante para todos o sentimento de término. O fim do ano é bom, eu acho, porque sabemos, ou achamos que sabemos, que algo está acabando, morrendo, terminando, mas há esperança, essa morte é boa, mais ainda, é necessária. Quando nos vemos no fim do ano reavaliamos tanta coisa, fazemos projetos, ligamos e contactamos pessoas que a tanto sentíamos falta, ou que podíamos estar chateado, mas à situação de fim de ano faz todos ficarem diferentes. É uma graça, uma benção, uma oportunidade de viver. Viver ainda, viver a mais. Viver tudo aquilo que ainda não se viveu e não deixar se perder no meu do caminho por besteiras. Nunca mais. Agradecemos a Deus o fato de estarmos vivos e todas as coisas, boas e ruins que nos foram dadas. Mudamos. Simplesmente mudamos. Ou pelo menos nos é oferecida a oportunidade de mudar. Eu mudei. Olhei pra trás, um ano atrás e vi que mudei. E o bom é que foi pra melhor, salvo o que as pessoas que não gostam de mim dizem, mas eu supero. Supero principalmente porque mudei. Mas, claro há uma grande jornada pela frente se Deus quiser, e ainda preciso e quero mudar. Minhas angústias de um ano atrás se transmutaram em outras, ou talvez em outras coisas. Sinto-me leve, bem mais leve esses dias. Aqui inclusive, espaço que ainda não comemora nem um mês ainda, tem sido um achado, uma descoberta fantástica para eu me descobrir também. Há um ano eu estava muito preocupado com meus estudos, com meu tempo e como eu administrava ele. Li livros que me propunham mudança de hábitos. Acabei nem terminando esses livros. Tentei várias coisas, vários métodos. Minhas preocupações simplesmente começaram a mudar de foco. E eu comecei a enxergar mais e tentar agir mais e falar menos. Planejar já fazendo ao invés de passar tardes planejando no papel e num saindo disso, não passando de dois dias cumprindo o programado. Consegui me libertar disso. Me planejo, me programo mas de um jeito que não sei como nasceu nem também sei explicar. Tem funcionado. Eu simplesmente não quero me sentir angustiado com as coisas que estava. Angústias na minha vida, e na de qualquer ser humano é o que não vai faltar. Mas é preciso ter calma, É PRECISO TER FORÇA, É PRECISO TER GARRA, É PRECISO TER GANA SEMPRE. Valeu Maria pela lição. Perceber os problemas, administrar os conflitos e deixar florescer. Se autorizar viver. Acho que essa também é a lição.
Eu digo com convicção que hoje é e está melhor que ontem, que um ano atrás, e vivo a vida agora. Amanhã a Deus pertence afinal basta a cada dia o seu mal.
Cláudio Mattos
Eu digo com convicção que hoje é e está melhor que ontem, que um ano atrás, e vivo a vida agora. Amanhã a Deus pertence afinal basta a cada dia o seu mal.
Cláudio Mattos
sábado, 19 de março de 2011
Desesperar jamais
- “Desesperar jamais”, um dia cantou um grande mestre da música. Levar a vida de forma leve faz com que realmente tenhamos a possibilidade de aproveitá-la. Deixamos de lado mesquinharias, inseguranças, ciúmes, pequenezes. Olhamos para o outro e nele nos encontramos. O brilho do olhar se torna o brilho de nossas vidas. Leveza. Porque um dia uma amiga me disse que dar murro em ponta de faca realmente só faz por machucar e cortar nossas mãos. Ao escutar minhas angustias há tempos atrás ela me disse que deveríamos ser como uma folha ao vento que é levada pela correnteza de ar. Às vezes bate em alguma coisa, mas é preciso soltar-se. Desprender-se das amarras foi a expressão usada.
Confusão por vezes nos desestrutura. A mim me concerniu por muito tempo. Hoje houve uma quebra no meu sistema. Os dias estavam correndo bem, mas certo acontecimentos me deram uma rasteira. Me lembrei de outros tempos quando estava bem pior. Me sentindo só e confuso. Percebo o quanto cresci, mudei, me abri mais a oportunidades e experiências. Me entendi mais e comecei a entender ou tentar entender o outro, até porque eu preciso. Enfim. Sinto que coisas mudaram e pra melhor. Me sinto mais como a folha, apesar de saber que não estou a voar por aí totalmente solto. Também não sei se vou, se consigo, se quero ou se sou assim, se sou isso. Acho que o importante é não se fechar a essa realidade. Tangendo-a estou, bem mais e tem me feito um bem enorme, uma mudança em hábitos.
Devo muito aos amigos. Às conversas que tenho e tive com eles. Devo também muito às viagens de ônibus. Normalmente tento trazer a mão um livro, revista, um mp4 para ir me distraindo num caminho de volta pra casa. Às vezes não levo nada, não de propósito, mas simplesmente as vezes não dá (carregar coisas e tal). Volto só. Eu e Deus. Venho conversando com Ele e comigo. Às vezes cantando, cantarolando, falando sozinho, em inglês, todo tipo de coisa que logo quando percebida pelos outros passageiros é tachado como loucura. Enfim. Não ligo. Pelo menos às vezes. Momento de introspecção, de releitura. Momento de parar um pouco mesmo, ter tempo pra ter tempo. Pra num fazer nada e ficar olhando as casas passarem. Hoje tive mais uma vez essa experiência fantástica. Mas antes de tê-la tive outra também não menos importante. Conversei com a lua. Eu e ela, e é claro todo o resto das pessoas que estavam na orla, conversando. Lua cheia. Feito minha barriga. Grande e gorda. Foi bom! A imagem refletida no mar, você devem imaginar. Depois ainda tive momentos fantásticos com a mulher que amo. Noite ótima. De maneira que todas essas experiências me ajudaram a me reestruturar do dia, pelo menos a manhã que foi meio turbulenta, no mínimo.
Devemos ser leves e flexíveis como folhas. Lutar pelo que é nosso e fazer valer direitos, mas também não perder a cabeça por coisas que acabam por tirar a nossa vida aos poucos. E o pior é que não tem volta, e a vida. Ah, a vida é curta demais pra ser pequena como já disse Israel Disreli. Ela é curta porque ela é boa. Não percamos, não a percamos por besteiras. Tudo é vão. Vão indo os dias, os anos e depois nós também. Vamos viver. Eu, eu tou tentando. Avante, “Desesperar jamais” !!!
Cláudio Mattos
Confusão por vezes nos desestrutura. A mim me concerniu por muito tempo. Hoje houve uma quebra no meu sistema. Os dias estavam correndo bem, mas certo acontecimentos me deram uma rasteira. Me lembrei de outros tempos quando estava bem pior. Me sentindo só e confuso. Percebo o quanto cresci, mudei, me abri mais a oportunidades e experiências. Me entendi mais e comecei a entender ou tentar entender o outro, até porque eu preciso. Enfim. Sinto que coisas mudaram e pra melhor. Me sinto mais como a folha, apesar de saber que não estou a voar por aí totalmente solto. Também não sei se vou, se consigo, se quero ou se sou assim, se sou isso. Acho que o importante é não se fechar a essa realidade. Tangendo-a estou, bem mais e tem me feito um bem enorme, uma mudança em hábitos.
Devo muito aos amigos. Às conversas que tenho e tive com eles. Devo também muito às viagens de ônibus. Normalmente tento trazer a mão um livro, revista, um mp4 para ir me distraindo num caminho de volta pra casa. Às vezes não levo nada, não de propósito, mas simplesmente as vezes não dá (carregar coisas e tal). Volto só. Eu e Deus. Venho conversando com Ele e comigo. Às vezes cantando, cantarolando, falando sozinho, em inglês, todo tipo de coisa que logo quando percebida pelos outros passageiros é tachado como loucura. Enfim. Não ligo. Pelo menos às vezes. Momento de introspecção, de releitura. Momento de parar um pouco mesmo, ter tempo pra ter tempo. Pra num fazer nada e ficar olhando as casas passarem. Hoje tive mais uma vez essa experiência fantástica. Mas antes de tê-la tive outra também não menos importante. Conversei com a lua. Eu e ela, e é claro todo o resto das pessoas que estavam na orla, conversando. Lua cheia. Feito minha barriga. Grande e gorda. Foi bom! A imagem refletida no mar, você devem imaginar. Depois ainda tive momentos fantásticos com a mulher que amo. Noite ótima. De maneira que todas essas experiências me ajudaram a me reestruturar do dia, pelo menos a manhã que foi meio turbulenta, no mínimo.
Devemos ser leves e flexíveis como folhas. Lutar pelo que é nosso e fazer valer direitos, mas também não perder a cabeça por coisas que acabam por tirar a nossa vida aos poucos. E o pior é que não tem volta, e a vida. Ah, a vida é curta demais pra ser pequena como já disse Israel Disreli. Ela é curta porque ela é boa. Não percamos, não a percamos por besteiras. Tudo é vão. Vão indo os dias, os anos e depois nós também. Vamos viver. Eu, eu tou tentando. Avante, “Desesperar jamais” !!!
Cláudio Mattos
sexta-feira, 18 de março de 2011
Enfim
Ceder. Entender. Verbos que precisam ser conjugados quando se fala de relações humanas. Sejam elas casamentos, namoros, amizades. Os dias passam e no fim das contas a música de Jobim tá certa, é impossível ser feliz sozinho. De verdade.
Temos nossos momentos de ficar sozinhos, ora porque nos deixam, ora por opção quando escolhemos, nos recolhemos à solidão com algum objetivo. Fugir talvez. Se encontrar, enfim. Mas no frigir dos ovos queremos é gente. Gente pra nos ouvir, que nos entenda, que brigue com a gente, mas que faça as pazes. Gente que a gente vê que é que nem a gente mas que é diferente. Que tem jeitos, mania, vícios e reações que diferem e isso é que faz toda a diferença. O amor, a amizade que é uma forma de amor, entende, supera e cede aqui e ali. Quando ocorre dos dois lado é que é bom. E acho que é como deveria ser. Porém somos egoístas e egocÊntricos, pelos menos na maioria dos casos. Ou talvez não, quem sou eu pra dizer. Não tenho estatísticas nenhuma. Digo por mim e pelo que percebo de perto. Percebo que tem horas que perdemos esse senso de deixar passar e sobe ao trono o rei que precisa estar certo. Aquele que por A mais B mais C mais Z precisa dizer que estar certo. Eu sou assim. Digo logo. É difícil conter os impulsos, a raiva, o rush da raiva. Quando estou certo, quero e parece que preciso provar que estou certo. É ruim. É terrível na verdade. Conter esses impulsos não é tarefa fácil. Requer dor e principalmente, se você for uma pessoa como eu, que em momentos de raiva sabendo que está certo precisa provar que está certo, requer abdicar de querer estar certo. Acho que no final é muito mais certo.
Relações humanas não são nada fácil. Mais creio que por essa razão sejam tão instigantes. De se viver muito mais que de se entender. É preciso entender, claro. Mas, se aprende é refletindo e vivendo.
A semana correu. Super produtiva senti-a. Pode ser apenas uma ilusão, algo que eu precise dizer para que realmente sinta que foi produtiva. E afinal o que é ser produtiva e pra que? Mas enfim. Amanhã é outro dia e creio que será ótimo! As relações de amanhã também requerem cautela e estuda, mas a experiência, ainda que demore a trazer resultados tem me dado respostas. Caí. Caio ainda. Mas levanto e creio sempre que nossa história tem de ser contada com os erros e quedas. E não é também. Tem de ser contada com os erros e quedas porque sem eles não faz sentido. Não nascemos prontos. Para conseguir realizar uma das tarefa que mais fazemos hoje em dia, andar, foi preciso cair. E muito.
Quando pequeno meu pai me colocava em sua perna me deixava agarrado a ela e fazia uma espécie de gangorra com a mesma. Eu me divertia a beça segundo ele. Ficava com um sorriso de orelha a orelha. Minha mãe, superprotetora desde sempre ficava aterrorizada achando que eu ia cair. A isso meu pai dizia: “ –Calma poxa vida, se um dia ele cair tenho certeza que será o único e último.” Dito e feito. Caí que nem manga em tempos de final de ano. Chorei, chorei, chorei até chorar. Minha mãe é claro disse a famosa frase: “Ta vendo”. Ao qual meu pai disse: “quero ver ele cair de novo”. Na vez seguinte que subi em sua perna agarrei-as como se estivesse preste a cair de um penhasco, ou do alto de um prédio, ou sei lá mais o que.
Aprendi. Aprendi que precisava ter cuidado. Sofri pra aprender, mas valeu. processo para a gente entender, aprender, crescer na nossa vida requer abdicações. Abdicações do que a gente gosta, sabe e do que a gente acha que conhece. É duro viver mais é uma beleza.
Quero continuar aprendendo. E vivendo. Até quando der. Até quando Deus permitir.
Boa noite!
P.S.: Terminei de escrever às 23:52. Quase que perco o objetivo de escrever um post todo dia! Ui! Cuidado! Da próxima vez vou ter mais cuidado! Aprendi!
Cláudio Mattos
Temos nossos momentos de ficar sozinhos, ora porque nos deixam, ora por opção quando escolhemos, nos recolhemos à solidão com algum objetivo. Fugir talvez. Se encontrar, enfim. Mas no frigir dos ovos queremos é gente. Gente pra nos ouvir, que nos entenda, que brigue com a gente, mas que faça as pazes. Gente que a gente vê que é que nem a gente mas que é diferente. Que tem jeitos, mania, vícios e reações que diferem e isso é que faz toda a diferença. O amor, a amizade que é uma forma de amor, entende, supera e cede aqui e ali. Quando ocorre dos dois lado é que é bom. E acho que é como deveria ser. Porém somos egoístas e egocÊntricos, pelos menos na maioria dos casos. Ou talvez não, quem sou eu pra dizer. Não tenho estatísticas nenhuma. Digo por mim e pelo que percebo de perto. Percebo que tem horas que perdemos esse senso de deixar passar e sobe ao trono o rei que precisa estar certo. Aquele que por A mais B mais C mais Z precisa dizer que estar certo. Eu sou assim. Digo logo. É difícil conter os impulsos, a raiva, o rush da raiva. Quando estou certo, quero e parece que preciso provar que estou certo. É ruim. É terrível na verdade. Conter esses impulsos não é tarefa fácil. Requer dor e principalmente, se você for uma pessoa como eu, que em momentos de raiva sabendo que está certo precisa provar que está certo, requer abdicar de querer estar certo. Acho que no final é muito mais certo.
Relações humanas não são nada fácil. Mais creio que por essa razão sejam tão instigantes. De se viver muito mais que de se entender. É preciso entender, claro. Mas, se aprende é refletindo e vivendo.
A semana correu. Super produtiva senti-a. Pode ser apenas uma ilusão, algo que eu precise dizer para que realmente sinta que foi produtiva. E afinal o que é ser produtiva e pra que? Mas enfim. Amanhã é outro dia e creio que será ótimo! As relações de amanhã também requerem cautela e estuda, mas a experiência, ainda que demore a trazer resultados tem me dado respostas. Caí. Caio ainda. Mas levanto e creio sempre que nossa história tem de ser contada com os erros e quedas. E não é também. Tem de ser contada com os erros e quedas porque sem eles não faz sentido. Não nascemos prontos. Para conseguir realizar uma das tarefa que mais fazemos hoje em dia, andar, foi preciso cair. E muito.
Quando pequeno meu pai me colocava em sua perna me deixava agarrado a ela e fazia uma espécie de gangorra com a mesma. Eu me divertia a beça segundo ele. Ficava com um sorriso de orelha a orelha. Minha mãe, superprotetora desde sempre ficava aterrorizada achando que eu ia cair. A isso meu pai dizia: “ –Calma poxa vida, se um dia ele cair tenho certeza que será o único e último.” Dito e feito. Caí que nem manga em tempos de final de ano. Chorei, chorei, chorei até chorar. Minha mãe é claro disse a famosa frase: “Ta vendo”. Ao qual meu pai disse: “quero ver ele cair de novo”. Na vez seguinte que subi em sua perna agarrei-as como se estivesse preste a cair de um penhasco, ou do alto de um prédio, ou sei lá mais o que.
Aprendi. Aprendi que precisava ter cuidado. Sofri pra aprender, mas valeu. processo para a gente entender, aprender, crescer na nossa vida requer abdicações. Abdicações do que a gente gosta, sabe e do que a gente acha que conhece. É duro viver mais é uma beleza.
Quero continuar aprendendo. E vivendo. Até quando der. Até quando Deus permitir.
Boa noite!
P.S.: Terminei de escrever às 23:52. Quase que perco o objetivo de escrever um post todo dia! Ui! Cuidado! Da próxima vez vou ter mais cuidado! Aprendi!
Cláudio Mattos
quinta-feira, 17 de março de 2011
Novos objetivos
Tenho criado objetivos curtos nessa semana. Meio viciado em filmes esses dias decidi que queria assistir a dois filmes. “O nome da rosa” e “Lutero”. Sinto que no meu dia-a-dia, em meio às discussões que presencio e participo na universidade, nas aulas e com os colegas, surgem alguns pontos de questionamento e abordagem acerca de atitudes da sociedade atual. Individualismo, solidão, tecnicismo, frieza, consumismo, apatia, falta de dialogo. Enfim. E percebo que muito se encaixa em minha vida. Ontem, em uma dessas discussões foi abordado que hoje em dia as pessoas em suas conversas, quando essas estão cara a cara, só falam o essencial. E esse essencial já é demais, já está sendo questionado, porque já é demasidamente muita informação (por isso o twitter, curto, rápido, cento e não sei quantos caracteres...). Acabei por ficar triste de perceber que muitas dessas características também estão presentes em minha vida (quem não ouve não quer dividir e também não será ouvido) e também no meu agir. O consumismo por exemplo. Não sou um pessoa de gastar, nem posso na verdade. Nunca gostei de shopping centers, o que para muitos é absurdo. Prefiro um parque como a jaqueira. Mas, quando vou a lojas sempre me dá aquela vontade de comprar. Filmes, livros, roupas. Coisas novas. Sacolas cheias de coisa para se ver quando chegar em casa porque me parece que o momento mais interessante das compras é chegar em casa e ver o que se comprou. Mais ainda se se tem alguém para compartilhar essa experiência. Enfim. Nos últimos dias entendi que tenho muita coisa em casa. Muito livro não lido, filme não visto, e filmes bons que sempre quis ver. Até jogos tenho que nunca brinquei direito. Pois bem, estou tentando me organizar e isso não foi um imperativo de ninguém nem está sendo enfadonho, muito pelo contrário. Estava agora a pouco assistindo “Lutero”. Pela tarde assisti um pouco também. Como já disse sou universitário e o tempo pra um universitário corre e muito. Assisto a prestações. E tem sido muito proveitoso. Sim, tenho vontade de ter um biblioteca e uma videoteca mas isso, não é pra agora. E aliás de que ainda ter essas coisas se você não as conhece. Razão pela qual também parei de downloadar. A vida passa tão depressa, e agora não é o universitário falando. Carpe diem, como diz o meu outro blog já bem mais parado. Carpe diem-se. Não quero morrer sabendo que não fiz certas coisas. Tá certo que quando morrer num vou saber mais de nada, mas enfim. É tarde. Minha mãe já vai dormir e eu. Bem, eu tenho filmes a assistir. Lutero amanhã me espera. Espero acabar o filme. Espero cumprir o prometido pelo menos dessa vez. Espero sentir vivendo e viver sentindo. Teve um cara na minha vida que me disse uma vez: “Descobri que o valeu não foi o que vivi mas o que senti vivendo”. Esse cara era meu pai. Valeu veio! SEMPRE ALERTA E TUDO AQUILO! Dorme em paz que eu vou também. Mas eu, espero acordar. Se Deus permitir.
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
quarta-feira, 16 de março de 2011
Nunca julgue um professor na primeira aula
Nunca julgue um professor na primeira aula. Aprendi isso não errando, mas simplesmente porque sempre achei que o professor por mais que eu não tivesse gostado, apreciado sua aula, a primeira, não tinha possibilidade de se conhecer, por completo, (mesmo sabendo que por completo não conheçamos nada) sua metodologia, seu jeito de ser e tratar o aluno, sua dinamicidade ou falta dela. Enfim. Mais tarde observei que conhecer pessoas funciona do mesmo jeito e que os julgamentos que fazemos e que ouvimos sobre uma pessoa ou professor não deveriam guiar 100% nossa maneira de tratar, lidar e criar uma relação com esse outro. Tive hoje uma aula que prefiro não descrever por justamente continuar acreditando no que falei acima. O benefício da dúvida é que resta a minha nova professora. A mim cabe entender que as disciplinas são mais um meio pelo qual tenho que passar. Uns serão agradáveis, uns me ajudarão. Porém mesmo que estes não venham a me ajudar eu que tenho de ter a autonomia nos meus estudos para viver e estudar e tentar fazer o melhor no crescer do estudo. Enfim. Muitas músicas me permearam a cabeça hoje. Cantarolei muitas vezes em vários lugares diferentes recebendo alguns olhares de estranhamento. Muitas músicas realmente me permearam através da grande invenção do MP4 que salva minha viagens exaustivas e calorentas de ônibus que me levam para faculdade e me trazem para o conforto do meu lar (onde tenho um chuveiro e uma cama, coisas muitas desejadas quando se vive uma vida de universitário no recife, calorento recife e quando não se tem carro, se bem que hoje em dia ter carro em Recife, com certeza, é sinônimo de estresse but then again o que hoje não é?). Música. Acaba por me distrair, me acalmar, passar meu tempo. A maioria das vezes fica difícil ler um livro já que normalmente me encontro em pé nas viagens “legais” de ônibus. Companhia nem sempre tenho. A música não tem me deixado. E eu, bem, eu tento não deixá-la. Os dias estão tensos, porém produtivos. É bom rever os colegas. É bom estar com os amigos! É bom fazer da vida uma experiência vivida. Quero mesmo é viver assim, sentindo e seguindo em frente se preocupando agora com o agora. A semana realmente está “voando”. Indo depressa, porque vento mesmo que é bom não aparece. Eita calor!
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
terça-feira, 15 de março de 2011
Do início
Já não é de agora, de hoje que sinto a necessidade de escrever. Durante muitos dias nos últimos meses tenho vivido momentos nos quais visualizo histórias, penso em poemas, músicas, roteiros de filme que acabam todos por ficar presos em minha cabeça. Tenho sentido uma necessidade imperativa de finalmente sentar, arrumar tempo e escrever. Há dois dias tive a ideia de criar um blog no qual eu iniciaria num dia qualquer das próximas semanas e teria a duração inicial de 1 ano (talvez um pouco influenciado pelo contexto do filme Julia & Julie, no qual a personagem Julie começa a escrever um blog durante um ano),no qual eu escreveria as minha inquietações, as coisas que atualmente me consternem, histórias, pensamentos, até poesias. Qualquer coisa. Pensei em chamar de: “Minha emoções”, depois de “Entendendo minhas emoções”, depois de “ Minhas emoções, minhas histórias, minha vida”... Gostei também de alguns outros títulos que criei, mas fiquei sem conseguir dar rumo a uma ideia mais fixa do que seria o blog. Decidi então que se fosse para realmente o fazer o mesmo, independente do titulo, não deveria ter essa rigidez de ter algo fixo, um tema, um estilo, forma, simplesmente ia aparecendo conteúdo e o blog como minha vida ia se fazendo e se construindo. Queria abrir mais meus pensamentos com as outras pessoas já que sinto tanta dificuldade de fazer isso pessoalmente. Ouvir opiniões, enfim. Sei que quero tentar criar o hábito para a escrita, pois afinal gosto muito e queria saber se realmente sairia alguma coisa de tanta coisa que tem em mim. Sei que já tenho blogs. Um de textos que gosto, de outros autores e o outro de minha autoria, a maioria poesias. Gosto do blog, mas nem sempre me sinto inspirado e nem sempre acredito em inspiração. No final das contas não tenho a regularidade que me motivaria a continuar a escrever nem a de manter seguidores, o que não me preocupa, mas que de forma indireta a longo prazo também motiva. A coisa de escrever durante um ano daria a mim o empurrão que eu preciso para me apegar a um projeto como esse. E simplesmente vê no que dá. Acho que vou começar, num sei nem como, mas vou começar! Comecei!
Cláudio Mattos
Cláudio Mattos
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